Fernando Meirelles começa a rodar ‘Ensaio sobre a cegueira’
13 Setembro, 2007
Diretor chega ao Uruguai para filmagens da adaptação da obra de Saramago.
Julianne Moore, Mark Ruffalo, Danny Glover e Alice Braga estão no elenco.
Da AFP
O cineasta brasileiro Fernando Meirelles está em Montevidéu para começar a rodar as cenas da adaptação cinematográfica de “Ensaio sobre a cegueira”, do Prêmio Nobel português José Saramago, disse à AFP a El Camino Films, encarregada da produção local.
Para as filmagens, é aguardada para “as próximas horas” a chegada a Montevidéu de Julianne Moore, Mark Ruffalo e Danny Glover, entre outros, que protagonizarão o filme.
As filmagens “começarão no sábado e se estenderão durante toda a semana que vem nas locações da cidade velha” e não deverão ser suspensas devido a mudanças climáticas. Saramago vendeu os direitos de seu “Ensaio sobre a cegueira” à produtora canadense Rhombus Media, que co-produzirá o filme — cujo nome original será “Blindness”– com a produtora inglesa Potboiler Productions, que contratou Meirelles, e com empresas do Brasil e do Japão. EquipeMeirelles, cineasta de “Cidade de Deus” e “O jardineiro fiel”, terá a colaboração na direção fotográfica do uruguaio César Charlone, indicado ao Oscar de melhor fotografia por seu trabalho em “Cidade de Deus” (2002). O roteiro foi escrito pelo renomado canadense Don McKellar.
O longa-metragem, que terá um orçamento de US$ 20 milhões e será filmado em Montevidéu, São Paulo e Toronto, contará com as atuações secundárias de Gael García Bernal e da revelação brasileira Alice Braga.
Uma repentina epidemia de cegueira que se espalha pela cidade contagiará os personagens de “Blindness”, menos a esposa do médico protagonista (Ruffalo), vivida por Moore, que será os olhos de todos.
Inicialmente, o último agente 007, Daniel Craig, faria o papel do médico, mas um acordo não foi alcançado, e seu nome foi substituído pelo de Ruffalo.
Momentos Especiais.
10 Setembro, 2007
E hoje é tempo de sentir saudade da felicidade que é estar 24horas amarrada em teus braços.
Hoje é pura saudade, saudade grande dos dias que pude subir pedrinhas e durmir conchinhas..e conchinhas bem pequeninas, bem de pertinho, bem juntinho até suar!
Como foi perfeito pegar na tua mão para conseguir subir e para acertar descer a escada, a pedra, a ladeira.
Como o seu carinho de manhã é bom! Dá preguiça! Dá sorriso! Dá amor…
E como o seu amor me faz bem!
Estar com você é, simplesmente, ”baum” demais!
Curtas!
3 Setembro, 2007
* “It´s Britney, bicht” – é assim que começa a nova música de Britney Spears, “gimme more”; ouvi hoje no site do jornal O Globo. Tenho que reconhecer que esta frase é até legal no contexto da vida dela (ou até no meu contexto; essas é uma das mais adoráveis expressões em inglês pra mim) e até admito que teria pensado que a música pudesse ser, de alguma forma, legal (dentro das possibilidades reais de Britney fazer algo “legal”, É CLARO) se, após ouvir os próximos 10 segundos da música, eu não concluísse que ela (a música) nada mais é do que a própria Britney: sem graça e com um quê de obscuro e insano. Tosco…
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O pior mês do ano acabou!!! Com todo respeito aos aniversariantes do mês ou a qualquer outra pessoa que, por algum motivo, goste deste maldito mês, mas AGOSTO é um porre! 31 dias de tédio, sem dinheiro, e de ansiedade pelo próximo mês…afinal, é a partir de setembro que as coisas melhoram… e como melhoram! hahaha…SEMPRE melhoram!
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Impressionante como de fato eu sou tão inteligente pra tanta coisa e tão burra com tantas outras…Oo auto-estima zééééééro – e nem venha dizer que isso é normal ou que eu tô com TPM.
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Se nessa sexta-feira que passou eu comprei a comida e ficou tudo legal..o que impede d, numa próxima vez, eu comprar o ingredientes e fazer tudo ser ainda mais legal? Aguardem…(ai, jesus)
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Bem…
bái, bái!
Antropologia e o respeito às diferenças
28 Agosto, 2007
Essa história de estudar antropologia é interessante.
Eu nunca fui muito fan de áreas do saber que pensem demais no que o outro pensa e, por isso, eu sempre resisti a estudar sociologia, antropologia, filosofia e por aí vai. É que sempre achei muita presunção você dizer que sabe, por exemplo, porque fulano sentou na cadeira. Eu sempre tive teorias muito simplórias, digamos assim, para responder questões assim -cá com os meus botões eu pensava: “sentou porque cansou de ficar em pé, ué!”; nunca quis compartilhar de teorias de filósofos que explicam o inocente ato de sentar na cadeira como resultado de se viver em uma sociedade capitalista que impõe este modo de se comportar como forma de sugar do trabalhador dinheiro e, assim, aumentar a diferença entre os ricos e pobres.
Para mim já era suficiente sentar e dizer que a pessoa sentou porque quis. Bem, eu me satisfazia, mas a antropologia, a sociologia, a filosofia e áreas afins não… pra mim é como se elas quisessem saber porque o macaco come banana.
Enfim, um saco e uma presunção sem tamanho…coisa de ser humano, entende? – pelo menos, era assim que pensava e que, de certa forma, ainda penso.
Mas com a Antropologia foi diferente. Pela primeira vez deixei minha preguiça e preconceito de lado e me permiti entender (e já não era sem tempo) que estudar a sociedade, os homens, os comportamentos pode ser algo realmente interessante e que vai muito além do óbvio e superficial.
É bacana, por exemplo, exercer a tolerância à diferença. Entender e praticar aquele lance de que o fato de ser diferente não estabelece entre os homens posições de superior ou inferior, civilizado ou selvagem. É legal também entender que através do estudo do outro, dos comportamentos, sentimentos, organizações sociais do outro, é possível se conhecer mais – conhecer seus hábitos, custumes, lógicas, e por aí vai.
É bem interessante também que o perceber e o adimitir o diferente não significa, necessariamente, mudar os seus valores, suas concepções e visões de mundo – o que recai novamente da negação da existência de pessoas e culturas melhores ou piores.
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De uns tempos para cá me peguei exercitando tudo isso – o estranhamento, a percepção, o questionamento, a aceitação, a tolerância e por aí vai. E foi fazendo isso que me perguntei até que ponto eu posso aceitar a diferença. Ou melhor, até que ponto uma outra pessoa pode ser diferente sem ser, digamos, “anormal” ou sem passar do limites, digamos assim.
Quero dizer que me peguei no questionamento de que não sei se somente assassinos, loucos, manícacos e toda a espécie de gente que compõe esta “classe” podem ser considerados desviantes, mas desviantes de uma forma negativa.
Isto é, cada um sai de casa vestindo o que quiser, Cada um namora do jeito que quuiser e cada um encara os riscos da vida do jeito que quiser. Mas até que ponto posso aceitar isso?
Vejamos um exemplo prático.
Digamos que eu seja homem e tenha uma namorada – vale lembrar que isso é SOMENTE e UNICAMENTE uma hipótese. Digamos que essa minha namorada queria ir para um show com as amigas e que meus amigos, que também estavam no show, vissem e me relatassem que ela ficou bêbada.
Isso é normal? Aceitável? Respeitável? Até que ponto eu posso cobrar da minha suposta namorada um determinado tipo de comportamento? E penso nisso não como facilmente solucionada a partir de uma combinação entre pessoas apaixonadas dispostas a ter uma relação amorosa tranquila; quesitiono isso a fim de obter uma resposta antropológica.
Sejamo francos: eu realmente não acharia certo que minha namorada saísse por aí se acabando de beber em um show. Estaria sendo preconceituoso? Moralista? Será possível que, em nome do posicionamento antropologicamente correto, eu tenha que assumir e toletar e entender situações assim?
Sinceramente? Me recuso.
Assim como me recuso que seja normal que meninos e meninas saiam beijando ou até transando por aí, de uma forma tão exagerada. Não acho certo, entendo como se as pessoas estivessem perdendo a noção do limite, do “saudável”, sabe?
E é aí que me questiono novamente: até que ponto posso ter minhas convicções e querer passá-las adiante?
Não é possível que eu seja obrigada a tolerar tudo e achar que tudo que todo mundo faz está certo nessa vida, simplesmente porque “respeito as diferenças”.
Não entra na minha cabeça, e me desculpem os cientistas e simpatizantes, que não possam existir sensos em comum sobre determinadas coisas e que, em algum momomento ou em relação a algum aspecto, a verdade absoluta não exista.
Não entra na minha cabeça isso. Não mesmo. Até porque se partirmos do pressuposto de que sensos em comum e verdades absolutas não têm necessariamente validade porque fulaninho ou cicraninho pensam e encaram a vida diferente, o mundo legaliza a bagunça.
(Nem pretensão de obter resposta ou de encontrar pessoas que concordem comigo eu postei esse post…quem dizer concorde, quem quiser discorde e quem quiser explique. Fui!)
E a educação mandou lembrança
17 Agosto, 2007
Se tem uma coisa que me irrita na vida é falta de educação. Eu parto do princípio de que gostando ou não de uma pessoa, você jamais deve tratá-la de forma grosseira; acho também que mesmo que o garçon de um restaurante, por exemplo, anote os pedidos errados ou não atenda ao seu pedido, é bom sempre lembrar de se colocar a educação em primeiro lugar. Pelo menos EU penso assim – e acho que outras pessoas (poucas, infelizmente) bem educadas por aí.
É claro que dias ruins existem e que as vezes ocorre um descontrole. Ou então, ÀS VEZES, e somente às vezes, você está sendo tão mal tratado que vale dar uma engrossada no discurso para ver se o ente-grosseiro com que você está se relacionando entende que, se for pra baixaria, o pário também será duro. hehehe
Mas enfim…
O caso foi que agora há pouco fui tentar entrar no site do meu banco para chegar meu extrato e me embananei com aquelas milhões de perguntas secretas, senhas e tantos outros procedimentos de segurança mas nem por isso menos burocráticos que bancos em geral exigem. Como resultado, meu acesso on-line ficou bloqueado e eu fui indicada a procurar a minha agência.
E lá fui eu, toda paciente, procurar o Banco – por telefone, é claro, já que eu, como uma pessoa que suspeita que bancos são hospícios disfarçados, evito ao máximo ir na agência.
ps: logo que eu entrei nessa história de acessar meu extrato pela internet (e isso virou uma mania na minha vida, quase uma neurose!), eu tive o mesmo problema. O nome da minha mãe, que é extremamente fora do comum (não pelo nome, mas pela escrita do nome), estava registrado errado no banco; ou seja, eu escrevi certo na hora de acessar a conta, mas deu como inválido. Como tentei escrever mais de duas vezes, acabou que minha conta foi bloqueada. E tive que entrar em contato com a agência. E o fiz, pelo telefone. E resolvi.
Só que dessa vez as coisas não aconteceram tão naturalmente e facilmente como da outra vez. Eu liguei agora para a agência, expliquei a situação, me passaram para milhões de pessoas que não a minha gerente (o que não entendi, já que liguei para o ramal da minha gerente) e, por final, caí neste diálogo cheeeeio de delicadezas:
- Almir, boa tarde.
- Oi, Almir. Eu estava tentando acessar minha conta pela internet, mas como digitei um dado errado mais de uma vez, o acesso ficou bloqueado. Como eu faço para desbloquear?
- Ó, minha filha, só você vindo aqui porque por telefone eu não resolvo não, viu?
- Mas é que eu já desbloqueei uma vez por telefone.
- Aí eu não sei. sei que eu, por telefone, não resolvo, minha filha. Você tem que vir aqui. Podia ser uma outra pessoa no seu nome e isso não é seguro, tá entendeNU?
- Hein?
- É, só por telefone.
….tu…tu…tu..tu…
Tá, o carinha lá estava certo. Realmente poderia ser outra pessoa no meu nome. Mas e daí? Precisa dessa grosseria, dessa falta de educação? Fala sério, não tenho que ficar aturando o mal humor alheio não. Me irrito seriamente com essas coisas..tÊm pessoas que passam por isso, acham uma falta de educação do rapaz, mas não fazem mais nada em relação a isso. Ah, eu faço!
Eu, além de reclamar o restante do dia vou falar com a gerente pessoalmente sobre o episódio. Que idéia, que absurdo sair dando patada por aí. Custa explicar a situação com calma, paciente e educação? Afinal, para melhorar a situação pro lado dele, ele tinha razão.Ridículo…aposto que se eu tivesse me identificado e dito que sou filha de quem sou nada disso tinha acontecido. Agora veja só se vou ficar cobrando educação porque sou filha de fulaninho…não mesmo, me recuso!
Escrever é sempre uma terapia, principalmente em momentos triste ou de confusão.
Não estava (ou estou, não sei) exatamente triste; a palavra certa seria angustiada. Meu coração estava apertado. Por uns momentos fui quem eu não custumava ser e quem eu nunca imaginei que poderia. Era uma mistura de neurose com insegurança com infantilidade com ciúmes. Entende?
Nada fácil lidar com este turbilhão de emoções ruins. NADA, absolutamente nada nesse “mix” presta…e eu cheia dele. Imagine só como eu estava (ou estou..).
Parei para pensar a razão de cada um desses sentimentos. Talvez se pensasse muito e se fizesse esforço chegaria à raiz da questão e quem sabe assim poderia resolver o problema.
A neurose e a insegurança têm um só motivo – e até eu chegar a esta conclusão demorou um pouco.
A razão? o tempo afastado. coisas aconteceram, pessoas mudaram, cresceram, se conheceram.
A cura? esquecer que houve ausência.
Ciúmes misturado com infantilidade pode ser (e na maioria das vezes é) uma combinação explosiva. Credo.
Razão? não saber controlar os meus extintos.
Cura? controlá-los, na medida do possível, do humano e do saudável.
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Uma tarde para se pensar muito…. Adiós!
Welcome Back!
8 Agosto, 2007
É vergonhoso ter um blog e não usá-lo. Ter idéias e não expressá-las, ter idéias e não transcrevê-las.
Mas é que desde o penúltimo post (o últiimo post foi tão vergonhoso e sem propósito que não merece ser mencionado), as idéias já não apareciam mais à cabeça de uma forma organizada. E, mesmo quando apareciam, apareciam em momentos errados onde tudo que me falta era um cumputador ou uma caneta e um papel para pequenas anotações.
Penso que teria perdido meu emprego se fosse colunista ou cronista de uma revista ou jornal e passasse por uma “crise” dessas. Talvez se eu fosse famosa, reconhecida no mercado por já trabalhar na área há anos, eu pudesse me dar ao luxo de simplesmente dizer: “não tenho idéias”. Talvez fosse fruto da atividade intensa realizada repetidamente todos os dias…
Mas este definivitamente não é o meu caso – eu nem em cronista ou colunista sou! Vergonhoso passar tanto tempo sem escrever… principalmente tendo tantas coisas acontecido, sido observadas… tanto assunto para escrever!
Na verdade, e pensei nisso agora, estivesse faltando só mais um pouco de esforço para colocar as idéias no “papel”; só mais um pouco de organização.
Então…
Eis que estou de volta!
A promessa
31 Julho, 2007
A promessa que faço a mim mesma neste semestre é: me organizar.
Se quero fazer bem a minha faculdade e passar com boas notas; se quero trabalhar com eficiência; aprender espanhol e também tirar boas notas; fazr volei ou qualquer outra atividade física; ler livros, muito livros; passar um tempo com minha família; curtir o meu mineirinho (sim, ele está de volta!!), curtir meus amigos e ainda ter tempo pra descansar…
…eu preciso ser organizada.
E organização agora, e, se Deus quiser, será para sempre, a palavra de ordem.
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Como assim passou meu aniversário e eu nada falei por aqui? Muito estranho isso..
Como assim eu nao postei nada na data mais especial de todas?
eu só posso ser muito tapada mesmo…chega perdi a vontade de postar..
PASSAR BEM! “/
E as pessoas?
18 Julho, 2007
Quando minha mãe apareceu na sala me contrando sobre o acidente com o airbus da TAM no aeroporto de Congonhas ontem à noite, eu tomei um susto. Fiquei chocada com tamanho desastre. E, para piorar, me veio logo à mente meu pai – ele custuma pegar esse mesmo vôo que sai do Porto Alegre e vai para SP algumas vezes no ano. Me deu um frio na espinha só em pensar na possibilidade de que isso poderia acontecido com ele – felizmente, ontem ele estava quietinho em um hotel em Brasilia. =P
A manhã toda (e isto deve se repetir por todo o dia) diversos jornalistas deram plantão no local do acidente, informando a todo momento a quantidade de vítimas encontradas no local – até onde se sabe, já são 157 corpos, poucos já indentificados. Os jornais informaram também que agora há pouco, por volta das 11h da manhã, os familiares das vítimas desembarcaram no mesmo aeroporto em que seus filhos, irmãos, maridos, esposas, primos e tios se tornaram vítimas deste caos em que se encontra o país.
Me pergunto o que deve se passar na cabeça de uma pessoa que perdeu alguém querido de uma forma tão inesperada e bruta como foi com este acidente. Me revolta saber que aquele acidente da GOL em setembro do ano passado não foi suficiente para fazer as autoridades deste “país da piada pronta”, como diz José Simão, pararem de joguinhos, brincadeirinhas e discursos vazios nos plenários e começarem a tomar vergonha na cara e trabalharem.
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Há umas duas semanas eu fui, pela primeira vez, na Assembléia Legislativa aqui da Bahia. Uma piada. Primeiro que, embora o painel eletrônico informasse que quase todos os deputados estavam presentes na sessão, contava-se com os dedos da mão os que de fato se encontravam no local. Destes, quase todos (na verdade, eu tenho vontade de dizer todos, mas aprendi que é “feio” generalizar…¬¬) falavam compulsivamente no celular, ou conversavam com o “companheiro” no lado. Sobre o que falava no “palanque”, uma coisa era regra: enquanto dircusava o deputado era de um seriedade total, atacava deputados dos outros partidos; mas, ao descer, comprimentava a todos, numa alegria ímpar.
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Nunca estive presente em outra assembléia, em uma CPI, ou numa comissão especial por qualquer outro motivo. Mas acredito que não esteja errada em deduzir que esta situação ridícula se repita exatamente igual (senão, pior) Brasil a fora.
O triste é perceber que, enquanto o circo se transfere para a política, pessoas morrem em pistas de aeroporto ou quando aviões colidem no ar… (sem contar a violência, não só presente no complexo do alemão, no Rio de Janeiro, mas em portas de boates com playboys cretinos que, como já virou regra neste país, matam pessoas inocentes por “adrenalina”).
Como se toda essa barbárie já não fosse suficiente para termos vergonha do nosso país, temos que agüentar também o nosso caro presidente Lula, que ao invés de estudar (coisa que nunca fez na vida e que parece que nunca vai fazer) e começar a trabalhar de verdade por um país menos medíocre e repugnante, gasta seu precioso tempinho se preocupando com as vaias que levou na abertura do Pan.
Aaaaah…..Tenha santa paciência!
Landslide – Dixie Chicks
29 Junho, 2007
I took my love and I took it down
I climbed a mountain and I turned around
And I saw my reflection in the snow covered hills
Well the landslide brought me down
Oh, mirror in the sky
What is love
Can the child within my heart rise above
Can I sail through the changing ocean tides
Can I handle the seasons of my life
Well, I’ve been afraid of changing
Cause I built my life around you
But time makes you bolder
Children get older
I’m getting older too
Well, I’ve been afraid of changing
Cause I built my life around you
But time makes you bolder
Children get older
I’m getting older, too
Well, I’m getting older too
So, take this love and take it down
Yeah, and if you climb a mountain and you turn around
And if you see my reflection in the snow-covered hills
Well the landslide brought me down
And if you see my reflection in the snow-covered hills
Well maybe
Well maybe
Well maybe the landslide will bring you down
